EM MOVIMENTO

MDM contra encerramento de urgências pediátricas no Garcia de Orta

Face às notícias sobre a intenção de fechar o serviço de urgência pediátrica do Hospital Garcia de Orta durante a noite, o Movimento Democrático de Mulheres não pode deixar de expressar a sua indignação.

O encerramento agora anunciado é o resultado de um processo de degradação daquele serviço, pelo menos, desde Abril deste ano, sem que o Ministério da Saúde tenha tomado as medidas que a situação exigia de modo a assegurar o normal funcionamento da urgência pediátrica nocturna.

A deslocação a Lisboa ou o recurso a um dos dois centros de saúde cujo horário se pretende alargar, não são efectivas alternativas. Nem os serviços prestados nos centros de saúde são os adequados para responder às situações de emergência, nem a deslocação às urgências hospitalares em Lisboa se faz sem custos acrescidos, nem as situações de emergência têm hora marcada.

Por isso, vamos manifestar a nossa indignação pelo encerramento da urgência pediátrica do Hospital Garcia de Orta na vigília convocada pelas Comissões de Utentes de Almada e Seixal, que irá realizar-se no dia 18 de Novembro, pelas 20h junto à entrada do Hospital Garcia de Orta.

Também a Plataforma Lisboa em Defesa do Serviço Nacional de Saúde, que o MDM integra, tomou posição contra o encerramento das urgências pediátricas, exigindo ao Governo e ao Ministério da Saúde a resolução célere dos problemas existentes para a sua reabertura em pleno.

À COMUNICAÇÃO SOCIAL

AS CRIANÇAS SÃO O NOSSO FUTURO. CUIDEMOS DA SUA SAÚDE!

 MDM apoia a realização da vigília de 18 de Novembro

contra o encerramento durante a noite da urgência pediátrica do HGO

 Face às notícias sobre a intenção de fechar o serviço de urgência pediátrica do Hospital Garcia de Orta durante a noite, o Movimento Democrático de Mulheres não pode deixar de expressar a sua indignação.

O encerramento agora anunciado é o resultado de um processo de degradação daquele serviço, pelo menos, desde Abril deste ano, sem que o Ministério da Saúde tenha tomado as medidas que a situação exigia de modo a assegurar o normal funcionamento da urgência pediátrica nocturna.

A deslocação a Lisboa ou o recurso a um dos dois centros de saúde cujo horário se pretende alargar, não são efectivas alternativas. Nem os serviços prestados nos centros de saúde são os adequados para responder às situações de emergência, nem a deslocação às urgências hospitalares em Lisboa se faz sem custos acrescidos, nem as situações de emergência têm hora marcada.

A Declaração dos Direitos da Criança, que este ano comemora o seu 60º Aniversário, afirma o direito da criança a cuidados médicos e a obrigação do Estado contribuir para o seu desenvolvimento saudável.

O não funcionamento normal do serviço de urgência pediátrica, compromete o direito das crianças dos concelhos de Almada e Seixal aos cuidados médicos adequados.

Ele traduz o incumprimento do Governo de uma das suas obrigações. Por ausência do adequado financiamento o Governo está a impedir a criação das condições para manter e atrair os/as profissionais necessários/as ao funcionamento da urgência hospitalar de pediatria e a agravar o esgotamento dos/as trabalhadores/as de saúde.

As crianças são o nosso futuro. É obrigação do Governo tomar as medidas necessárias à prestação de cuidados de saúde adequados.

Por isso, o Movimento Democrático de Mulheres continuará a exigir o investimento no Serviço Nacional de Saúde que garanta a todos e a todas os cuidados de saúde adequados, independentemente de género ou idade.

Por isso nós, mães, avós, tias iremos manifestar a nossa indignação pelo encerramento da urgência pediátrica do HGO na vigília convocada pelas Comissões de Utentes de Almada e Seixal, que irá realizar-se no dia 18 de Novembro, pelas 20h junto à entrada do Hospital Garcia de Orta.

P’lo Movimento Democrático de Mulheres

Maria Alberto Branco

Aos Órgãos de Comunicação Social

PLATAFORMA LISBOA EM DEFESA DO SNS

SOLIDÁRIA COM AS FAMÍLIAS DA MARGEM SUL

O encerramento das urgências pediátricas do Hospital Garcia de Orta, para além do claro prejuízo que provoca nas famílias da margem sul, acentua as já parcas equipas das urgências pediátricas na cidade de Lisboa, em particular dos hospitais D. Estefânia e Santa Maria.

Esta medida resulta de anos de subfinanciamento crónico na saúde e desvalorização salarial e das carreiras dos profissionais de saúde.

A Plataforma Lisboa em Defesa do SNS exige ao Governo e ao Ministério da Saúde em particular:

  • o reforço das equipas multidisciplinares de pediatria nos hospitais da região da Grande Lisboa;
  • a valorização das condições de trabalho e das carreiras dos profissionais de saúde;
  • o reforço dos cuidados de saúde primários;
  • a resolução célere para a reabertura em pleno das urgências pediátricas do Hospital Garcia

Contacto: Isabel Barbosa (963172849) ou Ana Amaral (925487441)

 

PLATAFORMA LISBOA EM DEFESA DO SERVIÇO NACIONAL DE SAÚDE

Comissão de Utentes de Saúde da Amadora, Comissão de Utentes da Cidade de Lisboa, FARPIL/MURPI, Movimento Democrático de Mulheres, Inter-Reformados CGTP-IN/Lisboa, Movimento de Utentes dos Serviços Públicos, Sindicato Enfermeiros Portugueses (Dir Reg de Lisboa), Sindicato Nacional dos Psicólogos (Reg. Lisboa), Sindicato Médicos da Zona Sul, Sindicato Trab. das Funções Públicas e Sociais do Sul e Regiões Autónomas, União dos Sindicatos de Lisboa – CGTP-IN

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