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Mais um combatente saarauí morre vítima da crueldade do estado marroquino

A Direcção Nacional do MDM tomou posição sobre a morte do activista dos direitos humanos, Hasena Elwali Aleya, dia 28 de Setembro, num hospital militar marroquino na cidade de Dakhla, ocupada por Marrocos. Esta missiva foi enviada ao  Estado Português, ao Reino de Marrocos, à Assembleia Geral da ONU e à União Nacional das Mulheres Saarauís.

Solidariedade com as mulheres e o povo saarauí

Ao Estado Português
Ao Reino de Marrocos
À Assembleia Geral da ONU
Às mulheres e ao povo saarauí

Mais um combatente saaraui faleceu pela crueldade do estado marroquino e falta de assistência médica mesmo dentro do hospital militar

Activista dos direitos humanos, Hasena Elwali Aleya faleceu, no domingo, dia 28 de Setembro, num hospital militar marroquino na cidade de Dakhla, ocupada por Marrocos. De acordo com a sua família, o seu estado de saúde era crítico em resultado de ausência de tratamento médico adequado.

O Movimento Democrático de Mulheres manifesta a sua solidariedade para com a resistência e a luta das famílias, das mulheres e do povo saarauí pelo justo direito à autodeterminação, por uma pátria livre, independente e soberano.

O MDM manifesta à família de Hasena Elwali Aleva a sua solidariedade e condena as arbitrariedades e actos criminosos praticados pelas forças marroquinas, que, continuam impunemente a contrariar e desrespeitar o direito internacional e as resoluções das Nações Unidas relativas ao direito à livre autodeterminação do povo saarauí.

O MDM reclama do Reino de Marrocos a libertação de todos os presos políticos saarauís das prisões marroquinas e condena a cruel repressão, as detenções, as torturas e os assassinatos que são cometidos pelas autoridades marroquinas nos territórios ocupados numa nítida violação dos direitos humanos consignados na Declaração Universal dos Direitos Humanos.

O MDM apela à ONU que cumpra as suas próprias resoluções que reconhecem o direito dos povos a resistir à ocupação e a decidir do seu próprio futuro, e proceda de imediato ao Referendo popular.

O MDM reclama do Estado Português o cumprimento da Constituição da República Portuguesa que reconhece o direito dos povos colonizados à autodeterminação e independência e o Direito Internacional na exigência do cumprimento dos direitos do povo saarauí, já reconhecidos pela ONU.

A Direcção Nacional do MDM
06 de Outubro de 2014

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